Estabelecimento na Avenida Rei Pelé sofre prejuízo de R$ 6 mil após ação criminosa registrada por câmeras de monitoramento na madrugada de sexta-feira
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| Câmeras de monitoramento flagraram o momento em que o suspeito utilizou a bancada para invadir o quiosque na orla de Santos. Foto: Reprodução/Redes Sociais. |
Um quiosque localizado na Avenida Rei Pelé, no bairro Ponta da Praia, em Santos, foi alvo de furto e vandalismo na madrugada da última sexta-feira (20). A ação criminosa, que resultou em um prejuízo estimado de R$ 6 mil entre danos materiais e valores subtraídos, reacende o debate sobre a segurança pública e a eficácia do monitoramento por câmeras em pontos turísticos da Baixada Santista.
De acordo com os registros das câmeras de segurança do estabelecimento, a investida teve início por volta de 0h05. As imagens detalham que o suspeito chegou ao local de bicicleta e utilizou a própria bancada do quiosque como suporte para acessar o interior da estrutura. Durante cerca de 20 minutos, o indivíduo realizou tentativas de arrombamento nos vidros frontais. Após conseguir a invasão, revirou objetos, mobiliários e evadiu-se do local portando uma mochila, pedalando calmamente pela via pública.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que, além do dinheiro em espécie levado, o quiosque sofreu danos significativos em sua estrutura física. O caso foi formalizado por meio da Delegacia Eletrônica e, posteriormente, encaminhado ao 3º Distrito Policial de Santos, que coordena as diligências para a identificação e localização do autor do crime.
Os proprietários do Quiosque Berggren relataram que esta não é a primeira ocorrência do tipo na unidade. Segundo os responsáveis, a presença de uma câmera da administração municipal em um poste no canteiro central, a poucos metros do estabelecimento, não inibiu a permanência do criminoso no local por tempo prolongado. Relatos adicionais apontam para uma insegurança crônica na região, com registros anteriores de furtos executados inclusive por indivíduos que acessam a faixa de areia por via marítima, utilizando embarcações para facilitar a fuga.
Em nota, a Prefeitura de Santos esclareceu que a Guarda Civil Municipal (GCM) não foi acionada no momento do crime. A administração ressaltou que, embora o combate e a investigação de delitos sejam competências das polícias Civil e Militar, a GCM mantém rondas permanentes. O Executivo destacou ainda que o sistema de videomonitoramento da cidade possui mais de 3.100 dispositivos integrados ao Centro de Controle Operacional (CCO), cujas imagens estão à disposição das autoridades policiais para subsidiar o inquérito.


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