Últimas Notícias

8/recent/ticker-posts

Suspeito de tentar estuprar menino em Guarujá chega queimado a presídio e morre na UTI

Homem de 53 anos já apresentava lesões ao entrar em unidade da capital; a origem dos ferimentos ainda não foi esclarecida

O caso começou na Praia da Enseada, em Guarujá; o homem preso após a denúncia morreu durante internação na capital paulista. Foto: Reprodução.

Joselito Vitor dos Santos, de 53 anos, morreu no último 19, após passar dias na UTI de um hospital em São Paulo. Preso por suspeita de tentativa de estupro de vulnerável contra um menino na Praia da Enseada, em Guarujá, ele apresentava queimaduras e outras lesões pelo corpo quando chegou a um presídio da capital.

O corpo foi sepultado nesta quinta-feira (24), no bairro Morrinhos, em Guarujá.

A data de entrada no Centro de Detenção Provisória I de Pinheiros foi no dia 9. Os ferimentos já estavam presentes naquele momento, após a transferência do litoral. Três dias depois, Joselito passou mal. Recebeu atendimento na unidade prisional, foi levado a uma UPA na Lapa e, em seguida, transferido para a UTI do Hospital Geral Vila Penteado.

Seu quadro evoluiu para sepse de origem cutânea e choque séptico refratário.

Há relatos de que o homem teria sofrido violência enquanto estava preso, mas ainda não se sabe onde nem como ocorreram as lesões. A Secretaria da Administração Penitenciária afirma que não há registro de agressão por detentos que dividiam a cela com ele em Pinheiros.

A morte e as circunstâncias dos ferimentos são apuradas pela Polícia Civil.

A prisão havia ocorrido em 30 de agosto. Uma testemunha filmou Joselito com o menino sob um deck na Praia da Enseada e mostrou o vídeo à Polícia Militar. Localizado pouco depois, ele foi preso em flagrante. Negou a acusação, e a Justiça converteu a prisão em preventiva.


#Guarujá #PraiaDaEnseada #BaixadaSantista #Polícia #EstuproDeVulnerável #SistemaPrisional #SãoPaulo

*Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização prévia do editor. Lei nº 9610/98*
"Este espaço é privado e não público, portanto seu uso é um privilégio e não um direito."

Postar um comentário

0 Comentários