Motorista de aplicativo foi agredido em Praia Grande por criminosos que buscavam armamento; um suspeito foi preso em casa usada como cativeiro
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| Simulacro de fuzil, celulares e um estepe estavam com o homem preso em flagrante em Praia Grande, no litoral paulista. Foto: Divulgação/Polícia Militar. |
Pediram uma corrida. Entraram em quatro, armados. No volante, um militar do Exército Brasileiro que trabalhava como motorista de aplicativo em Praia Grande.
Os bandidos o ameaçaram de morte e o agrediram atrás do armamento militar. Depois, largaram o homem numa base da Concessionária Novo Litoral.
A virada veio na tarde de sábado (24). Uma denúncia ao 190 apontou o grupo dentro de um carro no bairro Melvi, perto da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega. A Polícia Militar foi atrás e chegou a dois dos quatro suspeitos. Um deles correu e escapou. O outro foi capturado dentro de uma casa usada para manter vítimas de sequestro.
Com o preso, os policiais encontraram um simulacro de fuzil idêntico a uma arma de verdade, celulares e um estepe. O militar o reconheceu, e a prisão em flagrante se fechou ali.
Na Central de Polícia Judiciária de Praia Grande, a história cresceu enquanto o boletim era registrado. Duas outras pessoas entraram na delegacia para denunciar o mesmo grupo. Reconheceram o homem detido, a arma e a casa que serviu de cativeiro.
A ocorrência foi enquadrada como roubo e extorsão, apesar do sequestro temporário do militar. O preso ficou à disposição da Justiça.


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