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Médico condenado por abuso é capturado pela GCM na Ocian, em Praia Grande, com auxílio de reconhecimento facial

Procurado pelo TJ de Santa Catarina, Neandro Scheifer tinha condenação de 16 anos e quatro meses por estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude

Médico condenado por crimes sexuais contra pacientes foi identificado por reconhecimento facial e preso pela GCM na Avenida Presidente Kennedy, em Praia Grande
Médico condenado por crimes sexuais contra pacientes foi identificado por reconhecimento facial e preso pela GCM na Avenida Presidente Kennedy, em Praia Grande. Foto: Reprodução.

Neandro Scheifer, condenado pela Justiça de Santa Catarina a 16 anos e quatro meses de prisão, foi capturado no sábado (2), depois de ser identificado por câmeras de reconhecimento facial integradas ao sistema de monitoramento da cidade. O alerta apontou a presença do procurado no município e colocou as equipes em movimento.

A partir da identificação, o deslocamento do homem passou a ser acompanhado pelas vias públicas. As informações foram repassadas em tempo real à Guarda Civil Municipal, que fechou o cerco e realizou a abordagem na Avenida Presidente Kennedy, no bairro Cidade Ocian, uma das regiões mais movimentadas de Praia Grande.

Na hora da abordagem, segundo as autoridades, o médico ainda tentou escapar pela mentira: forneceu nome e dados falsos. A manobra, porém, não resistiu à checagem. A identidade foi confirmada, o mandado de prisão em aberto apareceu e a fuga terminou ali mesmo.

A condenação contra Scheifer envolve os crimes de estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude contra pacientes em Itajaí, Santa Catarina. O caso foi julgado pela 2ª Vara Criminal da comarca catarinense, com sentença proferida em outubro de 2025. O mandado aponta que os crimes ocorreram em três ocasiões.

Depois da prisão, o homem foi levado para a Central de Polícia Judiciária de Praia Grande, onde permaneceu detido e à disposição da Justiça.

O caso atravessou estados, saiu de Santa Catarina e terminou no litoral paulista, com o rosto captado por câmeras e o mandado finalmente cumprido. Em uma cidade vigiada por lentes, a tentativa de se esconder durou até o sistema reconhecer quem a Justiça procurava.


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