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Padrasto acusado de matar menino de 8 anos é executado dentro de ambulância em Praia Grande

Homem apontado pela morte de criança foi baleado no Ribeirópolis e alvo de novo ataque dentro de ambulância do SAMU

Luan Henrique, acusado de matar o enteado de 8 anos, foi baleado e morto durante socorro em ambulância, em Praia Grande
Luan Henrique, acusado de matar o enteado de 8 anos, foi baleado e morto durante socorro em ambulância, em Praia Grande. Foto: Reprodução.

A morte de uma criança de 8 anos ganhou um novo capítulo de violência na tarde deste sábado, em Praia Grande. Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, conhecido como “Fuzil”, acusado de matar o próprio enteado, foi assassinado dentro de uma ambulância enquanto era socorrido após ser baleado no bairro Ribeirópolis.

A sequência foi curta, seca e brutal. A Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de homem ferido por disparos. Durante o deslocamento para atendimento médico, a ambulância teria sido interceptada por outro indivíduo, que abriu fogo novamente contra Luan. Ele ainda foi levado à UPA Samambaia, mas não resistiu.

O nome dele já estava no centro de uma investigação pesada. Na sexta-feira, uma criança de 8 anos deu entrada na UPA do Jardim Casqueiro, em Cubatão, em parada cardiorrespiratória (leia aqui). A morte foi confirmada logo depois. O corpo apresentava marcas que, segundo o registro policial, eram compatíveis com maus-tratos: lesões na região do pescoço e do lábio superior, além de hematomas e equimoses no abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas.

A versão inicial apresentada pela mãe dizia que ela estava em casa, teria cochilado por cerca de dez minutos e acordado com o filho inconsciente no banheiro, enquanto o companheiro já havia saído. Depois, a história mudou. Ela afirmou que estava em um salão de beleza fazendo os cílios quando Luan apareceu desesperado, dizendo que o menino passava mal e precisava ser levado ao hospital.

Imagens de câmeras do condomínio onde a família morava mostram Luan deixando o apartamento com a criança desacordada nos ombros. Após levar a mãe e o menino à unidade de saúde, ele saiu dizendo que buscaria documentos, entregou os papéis à tia da vítima e desapareceu.

O caso da criança foi registrado como homicídio contra menor de 14 anos. Menos de 24 horas depois, o acusado também tombou, atingido pela própria engrenagem de violência que já havia engolido uma vida inocente.


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