Advogados apontam sumiço de imagens de agressão cometida por presidente da câmara e exigem investigação rigorosa
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| À sombra da impunidade, a política de Praia Grande mergulha em obscuridade. É hora de trazer à luz a verdade e restaurar a dignidade das instituições democráticas. |
Em meio a um cenário já conturbado, a política de Praia Grande atinge um novo patamar de desfaçatez e obscuridade. O caso que envolve o presidente da câmara municipal, acusado de agredir um cidadão com três tapas em pleno recinto legislativo, ganha contornos mais tenebrosos com o inexplicável desaparecimento das imagens das câmeras de monitoramento do prédio público.
Advogados do homem agredido erguem a bandeira da justiça, clamando por uma investigação incisiva sobre o sumiço das provas cruciais. Enquanto isso, o presidente da câmara de Praia Grande se refugia em um manto de impunidade, valendo-se do obscuro véu da negligência e da falta de transparência.
O que se observa é uma teia de omissões e conivências que mina a confiança no sistema político local. O sumiço das imagens, sob circunstâncias ainda não esclarecidas, levanta sérias dúvidas sobre a integridade das instituições que deveriam zelar pelo bem-estar e pela justiça para todos.
A agressão perpetrada dentro do recinto legislativo é um atentado não apenas contra um cidadão, mas contra os pilares da democracia e do Estado de Direito. A Câmara Municipal, espaço que deveria ser um símbolo do debate civilizado e da representatividade popular, torna-se palco de violência e opressão.
É inaceitável que em um ambiente onde a voz do povo deveria ecoar com soberania, surjam episódios de intimidação e violência. O respeito à divergência de opiniões e o diálogo são os fundamentos sobre os quais qualquer casa legislativa deve se erguer, e não o arbítrio e a força bruta.
A resposta das autoridades competentes deve ser enérgica e imediata. É imperativo que a polícia conduza uma investigação profunda e transparente, identificando os responsáveis pelo desaparecimento das imagens e levando-os à justiça. Não podemos tolerar que a impunidade prevaleça sobre a verdade e a justiça.
Os vereadores de Praia Grande têm o dever moral e político de agir em defesa da integridade institucional e da segurança dos cidadãos. A omissão diante deste grave episódio seria um insulto à confiança depositada pelos eleitores e uma afronta aos princípios democráticos.
Urge que a voz da população se faça ouvir e que a luz da verdade dissipe as sombras que obscurecem o cenário político de Praia Grande. A justiça não pode ser um privilégio dos poderosos, mas sim uma garantia para todos os cidadãos. É hora de agir com determinação e coragem para restaurar a dignidade e a credibilidade das instituições democráticas.


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