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ALERTA DE PERIGO MÁXIMO: Tarcísio convoca prefeitos e cria Gabinete de Crise para barrar tragédias no Ano Novo

Baixada Santista e Litoral Norte entram em rota de colisão com tempestades extremas; Defesa Civil emite alerta máximo para os próximos dias

Em regime de plantão ininterrupto, especialistas monitoram avanço de frentes frias que colocam o litoral paulista em alerta vermelho para o feriado. Foto: Reprodução/Divulgação.

A contagem regressiva para a virada de ano em São Paulo ganhou contornos de operação de guerra. Em uma movimentação de emergência no Palácio dos Bandeirantes, o Governo do Estado decretou a criação de um gabinete de crise para enfrentar o que os radares meteorológicos já apontam como uma ameaça real: uma sequência de tempestades severas que deve castigar o litoral e o interior paulista a partir de segunda-feira, dia 29.

O recado dado aos prefeitos foi curto e direto: a prioridade absoluta é evitar mortes. Com a Baixada Santista na mira de temporais acompanhados de ventos fortes e granizo, a estratégia estadual foca em uma integração sem precedentes entre órgãos públicos e concessionárias. O plano é tentar blindar a infraestrutura do estado antes que o volume de água atinja níveis críticos, garantindo que a população não fique isolada em meio ao feriado mais movimentado do calendário.

 O mapa do perigo: litoral sob pressão

A calmaria dos primeiros dias de feriado é enganosa. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências, o risco escalona rapidamente. Se entre os dias 29 e 30 a Baixada Santista já sentirá o peso de acumulados de até 50 milímetros, a virada de ano será o estopim para um cenário ainda mais perigoso. No dia 1º de janeiro, uma nova frente fria invade o estado, concentrando força total sobre a faixa leste e o Vale do Ribeira.

O pior cenário, no entanto, está reservado para o dia 2 de janeiro. O Litoral Norte entrará em alerta máximo, com previsões assustadoras de 100 milímetros de chuva e rajadas de vento que podem paralisar a região. Para quem planeja o retorno do feriado no dia 4, o aviso é de atenção redobrada: a Região Metropolitana de São Paulo e o interior também devem ser atingidos por tempestades, raios e risco de queda de granizo, transformando as rodovias em pontos de alta periculosidade.

Tolerância zero para a omissão

A ordem da Defesa Civil Estadual é para que os municípios abandonem a passividade. Planos de contingência devem ser acionados imediatamente, com equipes de prontidão nas ruas e vistorias em áreas de encosta intensificadas. A comunicação com o turista e o morador local será feita via alertas diretos no celular e redes sociais, tentando antecipar cada movimento das nuvens.

Enquanto o CGE opera em regime de 24 horas, o estado observa o céu com apreensão. A mobilização é uma tentativa de mudar o histórico de danos severos que o verão costuma impor à costa paulista. O sucesso da operação depende agora de uma engrenagem que não admite falhas: a resposta rápida das prefeituras diante do imprevisto que as nuvens prometem despejar sobre o estado.


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