Dono de imóvel foi detido por furto de água e luz durante "pancadões" que perturbavam vizinhança
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| Vista aérea da residência onde o sossego foi subjugado pela violência sonora e pelo crime. Um ponto de encontro para "pancadões" ilegais que perturbavam toda uma comunidade. |
A tranquilidade do pacato bairro Cibratel II, em Itanhaém, foi interrompida por uma afronta à paz pública, orquestrada por um indivíduo de 36 anos que, sob o pretexto de festas familiares, transformava um sobrado com piscina em palco para os abomináveis "pancadões". A "bênção" sonora e visual, regada a funks ensurdecedores e luzes perturbadoras, foi encerrada bruscamente pela atuação enérgica da Polícia Civil, que flagrou o sujeito em uma trama macabra de furto de água e energia elétrica.
O sossego almejado por tantos cidadãos honrados foi drasticamente violado por essa figura nefasta, que teve a audácia de alegar inocência e transferir a culpa para seus familiares. A equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) respondeu prontamente às queixas dos vizinhos, que, justamente indignados, não podiam usufruir de suas residências em paz devido ao barulho ensurdecedor e aos transtornos causados por essas celebrações indesejadas.
Ao adentrar a propriedade, os policiais depararam-se com um cenário ainda mais aterrador: apesar do fornecimento regular de água e energia elétrica, não havia relógios medidores, evidenciando um esquema criminoso de furto desses serviços essenciais. A inspeção minuciosa revelou que a conta de energia acumulava uma dívida exorbitante de R$ 2.079,32, enquanto o fornecimento de água estava interrompido desde 2010, em virtude de um contrato suspenso com a Sabesp.
A afronta à ordem pública não passou impune: o infrator foi detido em flagrante e encaminhado à delegacia, onde, apesar da gravidade de seus crimes, conseguiu garantir sua liberdade mediante o pagamento de uma fiança irrisória de R$ 3 mil. Um valor que, diante do prejuízo causado à comunidade e à moral pública, parece uma afronta à justiça e à integridade dos cidadãos de bem.
Este episódio lamentável serve como um alerta para a urgente necessidade de combate efetivo a esses eventos criminosos disfarçados de diversão. A justiça deve ser implacável com aqueles que, sob a desculpa de lazer, desrespeitam as leis e perturbam a paz da população.
Que este seja o primeiro de muitos golpes desferidos contra os agentes do caos, para que a ordem e a tranquilidade possam reinar novamente em nossas ruas e lares.



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