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Tragédia em Praia Grande: Bebê de um ano e sete meses perde a vida em meio a acusações de negligência no Pronto-Socorro Central

Família desesperada denuncia falhas graves no atendimento e clama por justiça após a morte precoce da criança; revolta popular explode nas redes sociais

Tudo como dantes no quartel de Abrantes: Pronto-Socorro Central de Praia Grande, onde familiares e amigos clamam por justiça pela morte do bebê. Foto: Prefeitura de Praia Grande/Arquivo.

Um fim de semana marcado pela dor e indignação tomou conta de Praia Grande. Um bebê de apenas um ano e sete meses faleceu tragicamente após ser levado às pressas ao Pronto-Socorro Central do município com problemas respiratórios. A família enlutada não hesita em apontar o dedo para a unidade de saúde, acusando-a de negligência gritante e erro médico fatal. Segundo o relato pungente da mãe, o socorro vitalício chegou tarde demais, e a equipe médica teria cometido equívocos que selaram o destino cruel da pequena vítima.

As palavras da mãe, proferidas em meio a lágrimas e sofrimento, ecoam um clamor por respostas. Ela descreve a angústia de ver sua filha lutar por cada respiração, enquanto o tempo parecia correr em vão dentro das paredes do hospital. "Implorei, supliquei para que olhassem para o meu filho com urgência, mas a demora foi inexplicável. Quando finalmente decidiram agir, a vida já estava esvaindo", lamenta a genitora, com a voz embargada pela perda irreparável. A dor se intensifica com a alegação de que a equipe médica teria ministrado a medicação inadequada, um erro crasso que, segundo a família, teria acelerado o declínio da saúde da criança.

A família, unida pelo luto e pela revolta, promete não se calar diante desta tragédia. A busca por justiça é o motor que impulsiona seus próximos passos. "Não podemos permitir que a irresponsabilidade ceife mais vidas inocentes. Vamos lutar com todas as nossas forças para que a verdade venha à tona e os culpados sejam responsabilizados", declara um parente, com firmeza e determinação. A mãe da criança acrescenta um detalhe perturbador ao seu relato: uma das médicas presentes teria alertado a equipe de enfermagem sobre a incorreção do procedimento adotado, uma informação que lança uma sombra ainda maior sobre a conduta do hospital.

A notícia da morte da criança e as denúncias de negligência incendiaram as redes sociais, transformando a dor da família em um grito coletivo de indignação. Moradores de Praia Grande compartilham suas próprias experiências negativas com o Pronto-Socorro Central, relatando longas esperas angustiantes e suspeitas de falhas médicas que colocam em risco a vida de quem busca ajuda na unidade. A pressão popular aumenta a cada minuto, exigindo um posicionamento urgente e transparente da prefeitura e da Secretaria de Saúde do município.

É importante ressaltar que este Blog tem sido uma voz constante na denúncia da forma desrespeitosa com que a Organização Social (OS) SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), responsável pela administração de diversas unidades de saúde na região, tem tratado os pacientes. Inúmeras são as queixas que chegam, relatando desde o atendimento negligente até a alarmante falta de insumos básicos, comprometendo a qualidade e a segurança dos serviços de saúde prestados à população.

Diante deste cenário sombrio e das repetidas denúncias, torna-se imperativo que o Ministério Público Estadual (MPE) inicie uma investigação rigorosa sobre as atividades da SPDM em suas unidades. A morte trágica desta criança pode ser apenas a ponta de um iceberg de negligências e irregularidades que precisam ser urgentemente apuradas para garantir que outras famílias não venham a sofrer perdas irreparáveis da mesma forma. A população de Praia Grande clama por justiça e por um sistema de saúde que priorize a vida e o bem-estar de seus cidadãos.



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