SIG de Carapicuíba cumpriu mandados em SP e outros cinco estados para desarticular rede suspeita de fraude, associação criminosa e ocultação de bens
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| Viaturas e equipes policiais durante o cumprimento de mandados da Operação Ramal 171 em Praia Grande. Foto: Divulgação/Reprodução/Polícia Civil. |
Quatro pessoas foram presas na manhã de quarta-feira (25), em Praia Grande, durante a Operação Ramal 171, deflagrada pela Polícia Civil com foco em fraudes patrimoniais e lavagem de dinheiro.
De acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), a operação foi conduzida por policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Carapicuíba, unidade vinculada à Delegacia Seccional local, e teve como objetivo desarticular um grupo criminoso investigado por furtos mediante fraude, associação criminosa, lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
Entre os detidos, está um casal apontado como responsável por operar uma empresa que, segundo a investigação, fornecia serviços a estelionatários em diferentes estados, funcionando como elo de apoio para a execução de golpes e para a movimentação de valores. Ao longo da ofensiva, foram cumpridos mandados de prisão temporária e mandados de busca e apreensão em endereços no Estado de São Paulo e também em municípios do Rio de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Maranhão e Goiás, evidenciando o caráter interestadual da apuração.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos equipamentos eletrônicos e valores, materiais que costumam ser centrais em investigações sobre fraudes digitais e rastreamento patrimonial. As diligências, segundo a SSP, seguem em andamento para localizar um foragido, que também é alvo do procedimento investigativo.
A apuração desse tipo de esquema costuma avançar a partir da identificação do caminho do dinheiro: a legislação brasileira trata como lavagem ou ocultação a conduta de ocultar ou dissimular origem, localização, movimentação ou propriedade de bens e valores provenientes de infração penal, o que inclui o uso de empresas e operações financeiras para mascarar recursos ilícitos.
Se você foi vítima de golpe ou reconhece práticas suspeitas, registre boletim de ocorrência e acompanhe os canais oficiais de orientação e prevenção.


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