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Mongaguá ativa força-tarefa e mantém abrigo após chuvas elevarem rios e alagarem bairros

Cidade entrou em nível de atenção; Barranco Alto ficou inundado, vias tornaram-se intransitáveis e equipes retiraram moradores com botes e veículos especiais

Equipes de resgate atuam em área alagada de Mongaguá durante atendimento a moradores afetados pelas chuvas
Equipes de resgate atuam em área alagada de Mongaguá durante atendimento a moradores afetados pelas chuvas. Foto: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá.

Mongaguá mobilizou uma força-tarefa nas últimas horas para atender famílias afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o município, na Baixada Santista. O cenário levou a cidade ao Nível de Atenção, com acumulado de 107,65 mm em 24 horas e 165,28 mm em 72 horas, segundo boletim da Defesa Civil municipal. 

A situação mais crítica foi registrada nas proximidades dos rios Aguapeú e Bichoró, que apresentaram elevação do nível das águas. A região do Barranco Alto ficou completamente inundada e, em diversos pontos, ruas permaneceram intransitáveis, exigindo mudança de rotas e a interrupção do tráfego em trechos afetados.

Desde o início da manhã, agentes da Defesa Civil e equipes da Prefeitura atuaram na remoção preventiva de moradores em áreas de risco, com apoio do Corpo de Bombeiros, utilizando botes e veículos com capacidade para acessar locais alagados. Como medida de acolhimento, o abrigo municipal no Ginásio Arthurzão recebeu 44 pessoas e oito cães. Entre os acolhidos, há adultos, crianças, adolescentes e bebês, conforme o levantamento divulgado pelas equipes de atendimento.

O episódio ocorre em um período em que o município mantém protocolos de contingência para o verão. Em dezembro, a Prefeitura instituiu o plano preventivo 2025/26, que prevê acionamento diante de volumes críticos de precipitação — referência que, neste caso, foi superada com folga pelo acumulado em 72 horas. Além disso, a cidade teve situação de emergência municipal homologada pelo Governo do Estado por 180 dias, o que autoriza apoio articulado entre órgãos estaduais e a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil.

Para reduzir riscos, a orientação das autoridades é que moradores observem sinais como movimentação de solo, surgimento de fendas e água excessivamente turva, deixando o imóvel imediatamente em caso de perigo. Em situações de emergência, o contato indicado é 199 (Defesa Civil) e 193 (Bombeiros).

Como ajudar: doações de mantimentos, itens de higiene pessoal e materiais de limpeza podem ser entregues no Fundo Social de Solidariedade de Mongaguá, na Rua Rui Barbosa, nº 150 (esquina com a Av. São Paulo), no Centro.


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*Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização prévia do editor. Lei nº 9610/98*

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