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Três mulheres são barradas ao tentar entrar com drogas em presídios de São Vicente

Ocorrências foram registradas no Complexo Penal neste domingo (15); casos envolveram apreensão de entorpecente e recusas a exames complementares

Complexo Penal de São Vicente, onde visitantes foram barradas após irregularidades em inspeções de segurança
Complexo Penal de São Vicente, onde visitantes foram barradas após irregularidades em inspeções de segurança. Foto: Divulgação/Polícia Penal.

Três mulheres foram impedidas de realizar visitas em unidades do Complexo Penal de São Vicente, no litoral de São Paulo, neste domingo (15), após serem identificadas irregularidades durante procedimentos de fiscalização. As ocorrências, confirmadas pela Polícia Penal do Estado de São Paulo, envolvem tentativas de entrada com substâncias ilícitas e recusas em submeter-se a exames complementares, o que resultou em sanções administrativas imediatas.

O primeiro caso foi registrado na Penitenciária 2 de São Vicente, onde uma mulher de 30 anos, que visitaria o companheiro preso, apresentou alterações nas imagens captadas pelo escâner corporal. Questionada, ela negou portar qualquer material proibido, mas recusou-se a realizar exames adicionais em uma unidade de saúde. Diante da negativa, foi impedida de entrar na unidade e teve o cadastro de visitante suspenso por 180 dias, conforme prevê resolução da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

Ainda na mesma unidade, uma jovem de 22 anos foi flagrada com 19 gramas de maconha durante o procedimento de inspeção. O equipamento de escaneamento indicou anormalidades, e a visitante admitiu que transportava o entorpecente escondido em sua roupa íntima. De forma voluntária, ela retirou o invólucro contendo a substância. Em seguida, foi encaminhada à delegacia para registro da ocorrência e adoção das medidas legais cabíveis.

Já no Centro de Detenção Provisória (CDP) “Luis Cesar Lacerda”, outra mulher, de 20 anos, também foi barrada ao tentar visitar o companheiro preso. Assim como no primeiro caso, o escâner corporal apontou possíveis irregularidades, mas a visitante negou portar itens ilícitos e recusou-se a passar por exames complementares. Com isso, também teve o direito de visita suspenso pelo prazo de 180 dias.

As ações fazem parte dos protocolos de segurança adotados nas unidades prisionais paulistas, que incluem o uso de tecnologia de escaneamento corporal para prevenir a entrada de materiais proibidos, como drogas, armas e objetos não autorizados. A recusa em se submeter a exames adicionais, conforme normas da SAP, implica automaticamente em sanções administrativas, independentemente da confirmação da irregularidade.

Os registros reforçam a rotina de fiscalização nas unidades do sistema prisional da Baixada Santista, onde procedimentos de revista e inspeção são aplicados de forma contínua, especialmente em dias de visita.


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*Proibida a reprodução total ou parcial, sem autorização prévia do editor. Lei nº 9610/98*

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