Diogo Costa chegou a ser socorrido, passou por tentativa de reanimação por 33 minutos, mas morreu; corpo tinha ferimento no tórax e trauma na cabeça
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| Caso foi registrado como homicídio e perícia deve esclarecer se a morte de Diogo foi causada por facada, agressão na cabeça ou pela combinação das lesões. Foto: Reprodução. |
O que começou como mais uma briga dentro de uma relação terminou em morte e abriu uma investigação pesada no Guarujá. Diogo Marim Costa, de 22 anos, morreu na noite de domingo, no bairro Cachoeira, depois de ser encontrado ferido em meio a um desentendimento com a companheira, de 36 anos, que aparece como principal investigada no caso.
A ocorrência foi registrada como homicídio. Segundo o relato reunido pela polícia, agentes foram avisados por moradores sobre um crime com arma branca enquanto atendiam outra situação. Quando a informação chegou, o rapaz já havia sido socorrido por uma testemunha e levado para o Pronto Atendimento Médico da Rodoviária.
O quadro era grave. Depois, Diogo ainda foi transferido para a UPA Professor Doutor Matheus Santamaria, onde entrou na sala de emergência sem pulso. Houve tentativa de reanimação por 33 minutos, mas ele não resistiu.
A apuração ganhou contornos ainda mais delicados por causa dos sinais observados no corpo. Num primeiro momento, houve menção clínica provisória a hipótese de intoxicação, mas o cenário mudou com a avaliação médica. Além de um ferimento na região submamária, apontado como superficial, os profissionais identificaram indícios de traumatismo craniano, compatível com agressão por instrumento contundente.
É justamente esse choque entre as versões iniciais e os sinais físicos da vítima que agora empurra o caso para uma perícia decisiva. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, e o exame necroscópico deverá esclarecer o que, de fato, matou o jovem.
A mãe de Diogo contou que soube do crime por meio da irmã da investigada. Também relatou que o filho mantinha relacionamento havia cerca de um ano e meio e tinha saído da casa da família para viver com a mulher em áreas de ocupação. Agora, o que resta é uma morte cercada de marcas, dúvidas e uma resposta que a perícia ainda precisa arrancar do silêncio do corpo.

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