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Torcida em guerra, goleada histórica e gestão acuada: até quando Marcelo Teixeira seguirá blindado no Santos?

Confusão no Morumbis e goleada por 6 a 0 revelam caos no clube; diretoria de Marcelo Teixeira também é responsável

Torcedores em confronto e derrota histórica: o caos dentro e fora do Morumbis escancara a crise no Santos sob a gestão de Marcelo Teixeira. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O domingo que deveria ser de festa no futebol transformou-se em um retrato sombrio da falência de gestão esportiva e da escalada da violência nos estádios. Antes mesmo da bola rolar para Santos x Vasco no Morumbis, vídeos já circulavam nas redes sociais mostrando cenas de barbárie: torcedores vascaínos enfrentando policiais, tumulto dentro da arena e, em um registro ainda mais grave, um homem armado entre vascaínos próximo a uma van que transportava santistas. O espetáculo prometido pelas arquibancadas deu lugar ao medo, e o futebol foi engolido pelo caos.

Dentro de campo, o drama não foi menor. O Santos foi atropelado pelo Vasco por 6 a 0, numa noite em que Coutinho foi implacável e expôs todas as fragilidades do time alvinegro. O resultado é daqueles que ficam marcados na história: um vexame que não se apaga com demissões, desculpas esfarrapadas ou discursos burocráticos. Para o torcedor santista, a dor foi dupla — além da violência ao redor do estádio, restou assistir a um massacre esportivo digno de um roteiro de pesadelo.

No entanto, é preciso ir além da indignação imediata contra torcedores exaltados ou contra atletas que falharam. O episódio escancara uma realidade incômoda: o Santos, sob a batuta de Marcelo Teixeira, vive um ciclo de colapsos em série, onde falta planejamento, sobra improviso e a responsabilidade é sempre empurrada para terceiros. Se dentro de campo o time se arrasta sem rumo, fora dele a gestão não oferece segurança, organização ou medidas eficazes para proteger seu maior patrimônio: a torcida.

Enquanto o presidente insiste em discursos recheados de promessas vazias e justificativas evasivas, a realidade grita mais alto. Não é apenas o time que precisa ser reformulado, mas a própria estrutura de comando do clube. Em qualquer organização séria, após tantos fracassos acumulados e episódios que beiram a irresponsabilidade, quem deveria deixar o cargo não é o técnico, tampouco os jogadores — é o gestor que falhou sistematicamente em conduzir o destino da instituição.

O vexame contra o Vasco não é um ponto isolado, mas parte de um enredo repetitivo de omissão e fragilidade administrativa. O torcedor, que paga caro e se expõe a riscos ao seguir seu clube, não pode continuar arcando sozinho com as consequências de decisões mal tomadas nos gabinetes. O problema do Santos vai muito além de um placar humilhante: é estrutural, e tem nome e sobrenome.

Marcelo Teixeira pode até se apresentar como figura de estabilidade, mas a cada novo desastre fica mais evidente que sua permanência é a verdadeira instabilidade do clube. Mais do que nunca, a pergunta que ecoa é simples e direta: se alguém precisa ser demitido, por que não começar pelo topo?


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