Procurado pela Justiça afirmou ter decidido se apresentar espontaneamente após perceber presença da corporação no município do litoral paulista
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| Delegacia Sede de Mongaguá, onde o homem foi apresentado pela GCM para cumprimento do mandado judicial. Foto: Reprodução. |
Um homem com mandado de prisão em aberto pelo crime de extorsão se entregou espontaneamente à Guarda Civil Municipal (GCM) de Mongaguá, na última sexta-feira (13). O caso ocorreu na base da corporação e ganhou relevância pelo fato de o próprio procurado ter tomado a iniciativa de se apresentar às autoridades após identificar uma viatura em circulação.
De acordo com informações da GCM, o indivíduo procurou a equipe de serviço e relatou ter ciência de que havia um mandado de prisão expedido contra ele. Durante a abordagem voluntária, os agentes realizaram consulta nos sistemas oficiais e confirmaram a existência da ordem judicial, emitida em 12 de dezembro de 2025, com base no artigo 158 do Código Penal, que trata do crime de extorsão.
Após a confirmação, o homem foi informado formalmente sobre a situação e conduzido sem o uso de algemas ao Pronto Socorro Central do município, onde passou por avaliação médica de praxe. Na sequência, ele foi encaminhado à Delegacia Sede de Mongaguá, onde a autoridade policial de plantão registrou a ocorrência e adotou os procedimentos legais para o cumprimento do mandado.
Em depoimento, o próprio indivíduo relatou residir em Guarulhos e afirmou que estava há aproximadamente um mês e meio em Mongaguá. Segundo ele, a mudança ocorreu com o objetivo de evitar ser localizado pelas autoridades. Ainda conforme seu relato, a decisão de se entregar foi tomada após avistar uma viatura da GCM, o que o levou a procurar imediatamente a base da corporação.
Casos de apresentação voluntária, embora previstos no ordenamento jurídico, não são comuns nas rotinas operacionais das forças de segurança, que atuam majoritariamente na localização ativa de procurados. A ocorrência evidencia um desfecho distinto, no qual o próprio alvo da ordem judicial buscou as autoridades para regularizar sua situação perante a Justiça.
A Polícia Civil segue responsável pelos desdobramentos do caso, incluindo eventual encaminhamento do detido ao sistema prisional, conforme determinação judicial vigente.
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