Foragido com condenação por furto e pena de sete anos em aberto circulava livremente pelo bairro até ser identificado por equipe da ROMU
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| Equipe da ROMU da Guarda Civil Municipal de Santos prendeu no Marapé um homem foragido da Justiça, condenado por furto e com sete anos de pena em aberto. Foto: Arquivo/Prefeitura de Santos. |
Na madrugada desta quarta-feira (19), por volta de 0h20, uma equipe da Rondas Ostensivas Municipais (ROMU), da Guarda Civil Municipal (GCM) de Santos, prendeu um homem que estava foragido da Justiça. A abordagem aconteceu no bairro Marapé, durante patrulhamento de rotina pela região.
De acordo com informações da GCM, o suspeito chamou a atenção dos agentes ao demonstrar nervosismo ao perceber a aproximação da viatura, mudando repentinamente de direção. A atitude foi suficiente para motivar a abordagem, dentro da estratégia de fiscalização preventiva adotada pela corporação em áreas residenciais de Santos.
Na revista pessoal, nenhum tipo de droga, arma ou objeto ilícito foi encontrado. No entanto, a situação mudou a partir da checagem dos dados informados pelo rapaz. As informações apresentadas por ele mostraram inconsistências, o que levantou a suspeita de que se tratava de identidade falsa ou de tentativa de ocultar antecedentes criminais.
Diante das divergências, os guardas municipais conduziram o homem à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para uma verificação mais detalhada. Já na unidade policial, com acesso ampliado aos sistemas de segurança, foi possível constatar que ele fornecia dados de um parente, numa tentativa de escapar da responsabilização criminal.
Com a correção dos dados, a verdadeira identidade do suspeito foi confirmada. A consulta aos sistemas revelou a existência de um mandado de prisão em aberto pelo crime de furto, com condenação e pena de sete anos ainda pendente de cumprimento. Diante disso, o homem foi formalmente preso e permaneceu detido à disposição da Justiça.
O caso evidencia, ao mesmo tempo, a importância da atuação ostensiva da Guarda Municipal e as falhas de um sistema que permite que foragidos permaneçam em circulação até serem identificados em abordagens pontuais. A prisão no Marapé reforça a necessidade de integração entre as forças de segurança e de investimentos contínuos em inteligência e tecnologia, para que o cumprimento de mandados não dependa exclusivamente do acaso de um patrulhamento de rotina.


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