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Casamento na Cadeia: A acusação explosiva de Tiago Peretto contra a viúva do irmão assassinado

Vereador acusa Rafaela, presa por envolvimento na morte de Igor Peretto, de se casar com outra detenta; Secretaria de Administração Penitenciária negou

Vereador Tiago Peretto(destaque), irmão da vítima Igor Peretto, em vídeo polêmico nas redes sociais acusando Rafaela Costa da Silva de se casar na cadeia. Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O caso do assassinato do comerciante Igor Peretto, morto a facadas em agosto de 2024, ganhou novos e polêmicos capítulos nesta semana. O vereador Tiago Peretto (União Brasil), irmão da vítima, gravou um vídeo nas redes sociais acusando Rafaela Costa da Silva, viúva de Igor e uma das acusadas pelo crime, de ter se casado com outra detenta no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Franco da Rocha. A declaração, repleta de termos agressivos e de forte carga emocional, reacendeu o debate sobre o caso, que já havia chocado a cidade pelo seu caráter violento e pelas complexas relações envolvidas.  

No vídeo, publicado na última segunda-feira (27), Tiago Peretto não poupou palavras ao se referir a Rafaela. “Aquela pilantra, aquele lixo de mulher, aquela porcaria, se casou na cadeia. Agora ela é uma mulher casada com outra mulher dentro da cadeia”, afirmou o vereador, em tom de indignação. Ele ainda questionou as motivações por trás do suposto casamento, sugerindo que poderiam estar relacionadas a “desejo sexual” ou à busca por “segurança dentro da prisão”. Assista:

A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), no entanto, negou a informação. Em resposta, a pasta afirmou que não há registro de qualquer casamento envolvendo Rafaela Costa da Silva no CDP Feminino de Franco da Rocha. A divergência entre a declaração do vereador e a posição do órgão penitenciário levanta dúvidas sobre a veracidade da informação e sobre os possíveis motivos por trás da acusação.  

O crime que deu origem a toda a controvérsia ocorreu na madrugada do dia 31 de agosto de 2024, no apartamento da irmã de Igor, no bairro Canto do Forte, em Praia Grande. O comerciante foi assassinado a facadas após supostamente descobrir que era vítima de um triângulo amoroso envolvendo sua esposa, Rafaela, sua irmã, Marcelly, e o cunhado, Mário Vitorino da Silva Neto. Este último é apontado como o autor material do crime, enquanto Rafaela e Marcelly são acusadas de envolvimento no planejamento e execução do homicídio.  

De acordo com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Igor Peretto teria se tornado um “empecilho” no relacionamento entre os três acusados, o que teria motivado o crime. Após o assassinato, Rafaela e Marcelly se entregaram à polícia, enquanto Mário foi capturado dias depois, escondido na casa de um tio de Rafaela, no interior de São Paulo.  

O caso, que já era marcado por sua complexidade e pelas fortes emoções envolvidas, ganhou ainda mais repercussão com as recentes declarações de Tiago Peretto. O vereador, que tem usado suas redes sociais para expressar sua dor e revolta, não se limitou a acusar Rafaela de ter se casado na prisão. Ele também a chamou de “maníaca sexual”, citando supostos relacionamentos dela com membros de sua família. “Uma mulher que saiu com a minha irmã, com o meu irmão, com o meu cunhado, para mim, é uma maníaca sexual”, afirmou.  

Enquanto a polêmica sobre o suposto casamento na cadeia divide opiniões, o caso Igor Peretto segue o curso do processo. A expectativa é que o julgamento dos acusados ocorra ainda este ano, com a possibilidade de novas revelações que podem abalar ainda mais a cidade de São Vicente.  



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